Celular

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  • Brasil está entre os países mais caros para se comprar produtos eletrônicos

      Se você pretende comprar um smartphone, console de videogame ou notebook, é melhor sair do país. O Brasil está entre os cinco países mais caros para se adquirir produtos eletrônicos, junto com a Venezuela, Angola, Brunei e Guatemala.

    De acordo com o levantamento "Technology Price Index", do site Linio, os consumidores venezuelanos são os que mais precisam se preocupar com o valor das compras. Um iPhone 6s, por exemplo, custa US$ 97.813,82 no país. No entanto, é importante ressaltar que os preços exorbitantes na Venezuela são resultado da hiperinflação e de disparidades cambiais enfrentadas pelo país.

    Na outra ponta do ranking, a maioria dos países mais baratos para se comprar tecnologia são os do Oriente Médio, com destaque para o Kuait, Arábia Saudita, Malásia, Canadá e Emirados Árabes Unidos. Segundo a pesquisa, nesses países as taxas de valor agregado são menores que nos demais locais.

    Veja os rankings dos dez países mais caros e mais baratos para comprar produtos eletrônicos:

    Mais baratos

    Kuait (1º lugar)
    Arábia Saudita (2º lugar)
    Malásia (3º lugar)
    Canadá (4º lugar)
    Emirados Árabes Unidos (5º lugar)
    Qatar (6º lugar)
    Japão (7º lugar)
    Estados Unidos (8º lugar)
    Austrália (9º lugar)
    Polônia (10º lugar)
    Mais caros

    Venezuela (72º lugar)
    Angola (71º lugar)
    Brunei (70º lugar)
    Brasil (69º lugar)
    Guatemala (68º lugar)
    Singapura (67º lugar)
    Croácia (66º lugar)
    Indonésia (65º lugar)
    Bangladesh (64º lugar)
    Filipinas (63º lugar)
    A pesquisa levou em conta a soma dos preços de 14 produtos em 72 países.

  • Como usar o Status do WhatsApp com fotos e vídeos que somem em 24 horas

    Resultado de imagem para whatsapp status

    O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (22) o recurso "Status". Com a ferramenta, que já está popular entre usuários brasileiros, é possível publicar um conteúdo que se autodestrói após 24 horas – função semelhante ao Snapchat e ao Stories do Instagram, que também pertence ao Facebook.
    Neste tutorial, iremos ensinar o passo a passo de como tirar uma foto, gravar um vídeo ou escolher imagens da galeria para compartilhar temporariamente com os seus contatos no mensageiro. Os procedimento foi feito em um iPhone (iOS), mas o processo é o mesmo em celulares com Android.
    Passo 1. Abra o WhatsApp e toque sobre “Status”, no canto inferior esquerdo da tela. No Android, o menu fica na parte superior da tela.
    Passo 2. A primeira coisa a ser feita é definir as configurações de privacidade das suas fotos e vídeos publicadas. Para isso, toque em “Ajustes de Privacidade” e escolha uma das opções.

  • Como usar o Status do WhatsApp com fotos e vídeos que somem em 24 horas

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    O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (22) o recurso "Status". Com a ferramenta, que já está popular entre usuários brasileiros, é possível publicar um conteúdo que se autodestrói após 24 horas – função semelhante ao Snapchat e ao Stories do Instagram, que também pertence ao Facebook.
    Neste tutorial, iremos ensinar o passo a passo de como tirar uma foto, gravar um vídeo ou escolher imagens da galeria para compartilhar temporariamente com os seus contatos no mensageiro. Os procedimento foi feito em um iPhone (iOS), mas o processo é o mesmo em celulares com Android.
    Passo 1. Abra o WhatsApp e toque sobre “Status”, no canto inferior esquerdo da tela. No Android, o menu fica na parte superior da tela.
    Passo 2. A primeira coisa a ser feita é definir as configurações de privacidade das suas fotos e vídeos publicadas. Para isso, toque em “Ajustes de Privacidade” e escolha uma das opções.

  • Criador do Android está produzindo um novo celular para competir com o iPhone


      ANDROID GOOGLE SMARTPHONES
    Andy Rubin, um dos criadores do sistema operacional Android, está preparando seu retorno ao mercado de smartphones que ele mesmo ajudou a fomentar. Segundo uma reportagem da Bloomberg, Rubin deve anunciar até a metade deste ano um novo smartphone top de linha para competir com o iPhone.

    O celular, ainda sem nome, está sendo desenvolvido pela nova empresa de Rubin, chamada Essential. O foco da companhia, que também ainda não foi anunciada publicamente, é em hardware destinado ao consumidor final, incluindo tablets, computadores, celulares e assistentes domésticos como o Amazon Echo e o Google Home.

    A equipe de Rubin conta com cerca de 40 pessoas, sendo a maioria trazida de empresas como Apple, Google e Samsung. O celular da Essential, por enquanto, só existe como um protótipo e promete ser bem diferente dos concorrentes: segundo a Bloomberg, o aparelho tem uma tela maior do que 5,5 polegadas e nenhuma borda.

    A ideia parece ser a de que toda a parte frontal do smartphone seja composta pela tela. As laterais do dispositivo seriam feitas de metal e a parte traseira seria de cerâmica. A descrição faz com que o protótipo lembre o Mi Mix, smartphone conceitual apresentado pela chinesa Xiaomi recentemente.

    Não se sabe ainda se esse novo celular virá com um sistema operacional baseado em Android, porém. O que se sabe é que a equipe de Rubin está trabalhando em um recurso de software semelhante ao 3D Touch, do iPhone, em que a tela consegue reagir a diferentes níveis de pressão aplicada pelo toque do usuário.

    Há chances até de que esse dispositivo venha com componentes modulares. A reportagem da Bloomberg diz que a Essential está desenvolvendo um novo tipo de conector, para substituir a entrada USB, que servirá tanto para o carregador quanto para a adição de componentes modulares - semelhante ao Moto Z, que faz isso por meio de ímãs na parte traseira.

    A ideia é que os usuários possam fazer upgrades ao celular com o passar do tempo, inclusive adicionando componentes para expandir a capacidade da bateria. Um dos primeiros módulos produzidos pela Essential, no entanto, é o de uma câmera de 360 graus.

    O plano de Rubin, segundo a reportagem da Bloomberg, é lançar o primeiro smartphone da Essential até a metade deste ano, na mesma faixa de preço do iPhone 7 e do Pixel. O criador do Android deixou o Google em 2014 para fundar uma incubadora de startups focada em inteligência artificial.

  • Galaxy S8 quer ser o seu próximo PC

    O Galaxy S8 deve chegar entre o fim de março e o começo de abril, mas as informações sobre ele já circulam tranquilamente. Surgiram mais novidades sobre o aparelho que indicam um novo recurso importante: a possibilidade de usá-lo como um PC.

    Segundo o site The Guardian, o S8 deve trazer um recurso similar ao Continuum, que existe no Windows 10 Mobile. Basta acoplar o celular a um dock, que pode ser ligado a um monitor, para usar o aparelho como um desktop.

  • iPhones 7 e 7 Plus ganham nova cor; confira

    ReproduçãoOs iPhones 7 e 7 Plus acabam de ganhar uma nova cor. A Apple anunciou nesta terça-feira, 21, a RED Special Edition, edição lançada em comemoração aos 10 anos de parceria entre a fabricante e o Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária. Quem adquirir os dispositivos vai contribuir com a causa.
    O produto estará disponível a partir de 24 de março nas lojas da Apple de todo o mundo. No Brasil, o iPhone 7 vai custar a partir de R$ 2.899 e o iPhone 7 Plus sairá por a partir de R$ 3.999. Por dentro o aparelho conta com quase as mesmas especificações dos iPhones lançados no ano passado.

    iPhone 7

    Tela de 4,7 polegadas LED com resolução de 1334 x 750 pixels
    Processador A10 Fusion de 64 bits
    Câmera de 12 megapixels traseira e frontal de 7 megapixels
    2 GB de RAM
    Armazenamento interno de 128 GB e 256 GB
    Bateria de 1.960 mAh
    iPhone 7 Plus

    Tela de 5,5 polegadas LED com resoluçãon de 1920 x 1080 pixels
    Duas câmeras de 12 megapixels e frontal de 7 megapixels
    Processador A10 Fusion de 64 bits
    2 GB de RAM
    Armazenamento interno de 128 GB e 256 GB
    Bateria de 2.900 mAh
    A quantia será doada para financiar os programas que ajudam a prevenir a transmissão do HIV das mães para os bebês. A organização afirma que a parceria já rendeu mais de US$ 130 milhões.

  • Juiz reconhece vínculo empregatício entre Uber e motorista

    Um juiz de Minas Gerais reconheceu o vínculo empregatício entre Uber e motorista e determinou que a empresa pague férias, 13º salário, horas extra e adicional noturno ao seu funcionário.

    Segundo o juiz Márcio Toledo Gonçalves, da 33ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, depois das relações de trabalho conhecidas como fordismo e toyotismo, o Uber deu início ao “uberismo“.

    “A partir da segunda década do século XXI, assistimos ao surgimento de um fenômeno novo, a ‘uberização’, que, muito embora ainda se encontre em nichos específicos do mercado, tem potencial de se generalizar para todos os setores da atividade econômica. A ré destes autos empresta seu nome ao fenômeno por se tratar do arquétipo desse atual modelo, firmado na tentativa de autonomização dos contratos de trabalho e na utilização de inovações disruptivas nas formas de produção”, explica o magistrado.

    Além da parte sociológica, Gonçalves alega que todos os critérios que estabelecem vínculo de emprego estão presentes no caso, como a prestação de serviço através de uma pessoa física e a subordinação, uma vez que o motorista estava submisso a ordens da empresa, controles contínuos e sanções disciplinares.

    Apesar de a decisão ser individual, ela abre um precedente para outras ações de motoristas contra a empresa. Vale lembrar que a Uber já vem sofrendo com processos trabalhistas em diversos países: nos Estados Unidos, por exemplo, o aplicativo tenta evitar que os motoristas criem sindicatos, enquanto que na Inglaterra, um tribunal determinou que os motoristas são funcionários da empresa e não autônomos.

    O Olhar Digital entrou em contato com a Uber, que informou que irá recorrer da decisão, alegando que a 37ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte determinou ausência de vínculo empregatício entre a Uber e um de seus motoristas parceiros durante uma ação julgada no dia 31 de janeiro de 2017.

  • Recurso do WhatsApp permitirá acompanhar a localização de amigos em tempo real

  • Samsung: negligência com a bateria causou problemas do Galaxy Note 7

    No último domingo, 22, a Samsung realizou um evento em Seul, capital da Coreia do Sul, para informar o que causou os problemas que faziam com que o Galaxy Note 7 entrasse em combustão. Como se especulava, a resposta estava na bateria.

  • WhatsApp contribui com quase 0,9% do PIB do Brasil, diz estudo

     A empresa de pesquisa e consultoria Analysis Group divulgou hoje um estudo que tenta dimensionar o impacto econômico do WhatsApp em diversos países, incluindo Índia, Alemanha, Espanha e também no Brasil. Segundo esse estudo, o app de mensagens contribui em quase 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

    A consultoria estima que o gasto anual dos brasileiros, ligado de alguma forma ao WhatsApp, fica entre US$ 12 bilhões e US$ 28 bilhões, o que representa algo entre 0,38% e 0,88% do PIB de 2015. Segundo o estudo, um em cada três usuários do app o aproveitam para se comunicar com estabelecimentos comerciais e profissionais liberais, de restaurantes e vendedores autônomos.

     

    "O estímulo à atividade econômica com o WhatsApp se dá pela redução de custos, aumento da produtividade e melhora da qualidade do atendimento a clientes, entre outros fatores", disse o Analysis Group. Ainda de acordo com o estudo, se o número de usuários do app crescer 5%, isso representará uma adição de quase R$ 2 bilhões ao PIB nacional.

    Dos quatro países avaliados pela pesquisa, o Brasil é onde o WhatsApp é mais popular. Cerca de 50% da população, segundo o Analysis Group, usa o aplicativo. Em seguida aparecem Espanha (47%), Alemanha (43%) e Índia (13%). A empresa ouviu 3.000 pessoas, 750 em cada país, incluindo consumidores e representantes de pequenos e médios negócios.

  • WhatsApp dará dois minutos para usuário se arrepender e 'cancelar' mensagem

     

    O WhatsApp continua testando a possibilidade de permitir aos usuários o cancelamento do envio de uma mensagem, oferecendo uma chance para de evitar que uma publicação constrangedora chegue ao destinatário. A empresa já desenvolve a ferramenta há alguns meses, mas agora reduziu o período em que é possível “revogar” o envio.

    Quando o recurso foi conhecido inicialmente, o WhatsApp pensava em dar até 29 minutos para que o usuário deletasse o post, mas agora esse período se transformou em apenas 2 minutos, como informa o perfil WABetaInfo, que acompanha e destrincha as atualizações do aplicativo atrás de novidades.

    Para quem ainda não entendeu como o recurso funciona: a ideia de revogar a mensagem é diferente do recurso de apagar que existe atualmente. Hoje, quando você deleta um envio, a outra pessoa ainda recebe o material; ele só some da sua tela. Com a nova ferramenta, seria possível remover a publicação do celular do destinatário, permitindo que ele não veja alguma publicação de que você tenha se arrependido de enviar. A pessoa ainda será informada de que chegou alguma mensagem sua, mas não terá acesso ao conteúdo.

    Com a restrição de 2 minutos, a janela para o arrependimento diminuiu drasticamente, no entanto. Após o período, não será mais possível cancelar o envio.

    O recurso, por enquanto, está escondido no aplicativo, mesmo para os usuários da versão beta, e as informações têm sido obtidas “hackeando” o app a cada update atrás de novidades. É importante observar que ferramentas em fase de testes nem sempre acabam chegando à versão final, então existe a chance de que o WhatsApp nunca receba a versão final do recurso.

Onde estamos

SDS Bloco "F"  Sala 602 Conjunto BARACAT (CONIC)   |   CEP: 70392-900  |  contato@linkalfa.com.br    ou    linkalfainformatica@gmail.com
Telefones:  (61) 4103-2528   .   3223-5227  .  92910249 . 93467971  .  78181258

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